O Provimento CNJ nº 213/2026 chegou com uma tarefa clara: estabelecer padrões mínimos de tecnologia da informação e comunicação para as mais de 12 mil serventias extrajudiciais do país. Na prática, isso significa que cada cartório precisará organizar, proteger e governar seus dados e sistemas segundo critérios definidos pelo Conselho Nacional de Justiça e comprovar isso quando solicitado.
Para muitos delegatários, a pergunta imediata é: por onde começo?
O ENR e a INTRA decidiram responder a essa pergunta juntos. A parceria une o que cada uma faz de melhor: a ENR traz o conhecimento aprofundado do setor extrajudicial e a relação de proximidade com quem está à frente das serventias; a INTRA entrega a estrutura técnica e a governança que transformam uma norma em ações concretas e comprováveis. O resultado é um trabalho que não começa nem termina num relatório: ele começa no diagnóstico real da sua serventia e termina na adequação efetiva.
O processo é conduzido em três etapas. Primeiro, um diagnóstico aprofundado da situação atual da serventia: o que já existe, o que está faltando, o que precisa de atenção imediata. Em seguida, o mapeamento dos gaps em relação ao Provimento, com priorização pelos prazos regulatórios, porque nem tudo precisa ser resolvido ao mesmo tempo, mas tudo precisa estar no radar certo. Por fim, a entrega do pacote completo de adequação técnica, com documentação assinada e preparada para eventuais fiscalizações correicionais.
Não é uma vistoria. Não é um relatório cheio de recomendações que ficam na gaveta. É adequação de verdade, da estratégia à ação, passando por cada exigência do Provimento. Se a sua serventia ainda está avaliando como encarar o 213, esse é um bom momento para conversar com a ENR e entender o que essa parceria pode fazer pelo seu cartório.











